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J&C “Três palavras: festa, intenso, misturada.”

Reunimos a primeira vez com a Joana e Carlos por Skype por que na altura viviam nos EUA e estavam os dois cada um em seu Estado. Noivos simpáticos, práticos e com muita vontade de ter um dia que reflectisse a sua forma de ser mas que fosse um dia de festa com todos os familiares e amigos. Entre reuniões por skype e conversas pelo watssap, sempre que vinham a Portugal aproveitámos todos os momentos para as decisões e reuniões certas. Neste processo fomos tendo a sorte de conhecer as suas famílias e de ir criando uma ligação especial. É com muita alegria que hoje partilhamos este dia tão especial da Joana e Carlos convosco. Espero que a sua história e dia vos inspirem!

A Joana e Carlos começaram a namorar em Março de 2011, 6 anos e pouco antes do pedido e 7 anos e uns meses antes do casamento.

“Nunca houve um pedido oficial de namoro nem uma conversa sobre se éramos namorados ou se eram só uns dates. Começámos a contar o tempo a partir de uma grande festa da Nova até porque pouco tempo depois o Carlos me “encostou contra a parede” e me perguntou muito claramente se eu estava “in” a sério ou não. A partir daí não nos largámos mais. Quando decidimos que as mesas do casamento teriam nomes de restaurantes, dado o nosso vício em boa comida, não houve dúvidas sobre qual seria o nome da mesa dos noivos – Café de São Bento, onde foi o nosso primeiro jantar algures em Março de 2011.

O pedido de casamento foi a primeira vez em que o Carlos mostrou alguma proactividade! Eu estava em Miami a fazer um estágio de verão, e o Carlos vinha visitar-me desde Lisboa em Julho, na altura dos meus anos. Nos meses anteriores a esta visita, fui suspeitando de que algo estava para acontecer, quando o Carlos, por exemplo, um dia chegou a nossa casa em Boston e disse “Falei com o Concierge do hotel e marquei um restaurante óptimo em cima da praia para jantarmos no sábado que estivermos na Florida” – tanta proactividade repentina tinha que ter alguma explicação.

No fim de semana em que o Carlos veio, fomos para Captiva, uma zona na costa Oeste da Florida, linda de morrer. O plano era o pedido ser no sábado à noite, no dito restaurante. Mas talvez com nervos a mais, o Carlos decidiu antecipar-se, e fez o pedido na varanda do quarto, a meio da tarde, com uma vista incrível para uma baía. Depois de algumas lágrimas de emoção e vários telefonemas para Portugal para contar a novidade, fomos celebrar com um passeio de mota de água, e depois o célebre jantar, onde tivemos também a celebrar connosco centenas de mosquitos felizes com o festim que lhes proporcionávamos.” Joana

Apesar de viverem nos EUA nunca foi uma questão que iriam casar em Portugal e em Lisboa. Toda a vida dos dois foi feita em Lisboa, e por isso é cá que estão os amigos e família, para além de acharem que é a melhor cidade do mundo.

 

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“Das melhores decisões que tomei ao longo deste processo foi ter decidido logo desde o início fazer o vestido com a Susana Agostinho. Uma das minhas melhores amigas, de quem tinha sido madrinha, tinha lá feito o vestido dela, e eu tinha acompanhado muitas das provas. Tinha gostado bastante da Susana e da forma como tinha conduzido o processo, e por isso quando fiquei noiva nem pensei noutras alternativas, até porque achei que nunca iria encontrar um vestido já feito numa loja no qual eu não me sentisse uma completa extraterrestre.

Fui pela primeira vez à Susana em Agosto de 2017, quando estava de férias em Portugal, e a partir daí planeámos tudo para que pudéssemos fazer o vestido aproveitando as minhas poucas vindas a Portugal ao longo daquele ano. Todo o processo foi super tranquilo, e acho que o vestido ficou a minha cara, apesar de no início não fazer a menor ideia do que queria. Só sabia que queria poder aproveitar a festa ao máximo.” Joana

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E de facto a Susana conseguiu ler a Joana na perfeição porque o vestido estava a cara da Joana e foi a prova de que com tecidos bonitos simples é mais, e não só mais como elegante.

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Adoro laços e por isso este detalhe para mim foi O detalhe :)

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O bouquet com tanta personalidade foi feito pela talentosa Graça O´Neill e o resultado não podia ter ficado melhor!

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O casamento foi no Convento do Beato um espaço único e que tinha capacidade para receber todos os convidados.

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“O momento em que nos vimos pela primeira vez na sala do Convento do Beato onde íamos realizar a cerimónia, com todos os nossos convidados à volta. Foi um momento bastante emocionante, acompanhado pelo Can’t Help Falling in Love do Elvis Presley, cantando pela Inês.” Joana e Carlos

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“Quando decidimos casar pelo civil, não queríamos que a cerimónia fosse impessoal e chata. Pensámos então em ter alguns discursos depois de concluída a parte oficial. A primeira ideia foi de que cada um de nós fizesse um discurso, mas rapidamente começámos a stressar com esta possibilidade e quisemos chutar a batata quente para outros. Pedimos então às madrinhas, aos padrinhos e à família que preparassem discursos. No final, acabámos por juntar esta duas ideias – falámos nós primeiro, depois a família e os amigos. Mais uma vez, tornou a cerimónia nossa, e acho que foram os momentos mais marcantes para nós.” Joana e Carlos

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O tema do casamento foi em torno de Lisboa com peças e detalhes que marcaram a decoração. Decoração que os noivos desde sempre quiserem elegante mas despretensiosa. Que reflectisse a forma descontraída dos dois mas que ao mesmo tempo tivesse qualidade.

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Ofereceram aos convidados um íman com o desenho feito com uma imagem de Lisboa. A mesma imagem que tinham no convite. Todo o design foi feito pela Romance e Papel.

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No dia verificámos todos os detalhes e gerimos todos os fornecedores de forma a que tanto a Joana e Carlos como todos os convidados aproveitassem todos os momentos.

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O bolo foram vários croissants da pastelaria “O Careca” muito conhecida em Lisboa.

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Dançaram os dois num momento muito querido e depois a animação foi até de madrugada.

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Em 3 palavras como descrevem o dia?

Três palavras: festa, intenso, misturada. Porquê?

Foi uma grande festa! Divertimo-nos imenso, fartámo-nos de dançar e celebrar, e os nossos convidados também.

Não parámos um segundo durante todo o casamento. No fim do cocktail, achávamos que eram umas 19h, e já eram quase 21h. Foi dos dias mais intensos das nossas vidas!

E misturada porque não podíamos ter um conjunto de pessoas mais diferentes à nossa volta. Desde as nossas famílias lisboetas, aos amigos feitos nos Estados Unidos mas vindos dos quatro cantos do mundo, aos colegas que se tornaram amigos ao longo da nossa carreira, e também os amigos de sempre que cresceram connosco – foi estranho ver toda esta gente no mesmo sítio, mas ao mesmo tempo não podia fazer mais sentido!


O que foi Casar com Graça?

(Quase) zero stress. Sobretudo estando a viver no estrangeiro, foi essencial termos a ajuda do CCG durante todo o processo. Foram várias as ideias que discutimos com o CCG, e as decisões que nos ajudaram a tomar. E sobretudo eu, Joana, sei que teria estado num stress gigante se não soubesse que a Ticas e a Inês estavam a garantir que tudo correria bem no dia.

Por outro lado, a Ticas e a Inês tiveram sempre uma palavra ou mensagem querida para dizer ou enviar às nossas mães, o que as deixou a elas e a nós muito sensibilizados.

E no final de todo este processo, sentimos que ficámos com duas novas amigas, que certamente contactaremos quando quisermos organizar a nossa próxima grande festa!


Aos noivos que vão casar que conselhos dão?

O primeiro conselho que daríamos é que isto tem que ser a vossa festa! Não a festa dos vossos pais, das vossas famílias, de acordo com as tradições em geral – tem que ser vossa. Tomámos algumas decisões com as quais talvez algumas pessoas à nossa volta não concordassem, mas sempre com o objectivo de que fosse o nosso dia – não casar pela igreja, um vestido menos clássico mas super confortável (e lindo de morrer), termos vários discursos durante a cerimónia, escolher um DJ que adorávamos, um fotógrafo amigo de um amigo, uma sobremesa feita dos nossos croissants preferidos, e rodearmo-nos de todas as pessoas que foram importantes em diferentes fases das nossas vidas, mesmo que agora algumas estejam menos presentes. Olhando para trás, não podíamos ter aproveitado mais o nosso casamento, e os nossos amigos reconheceram isso mesmo.

Outro conselho que daríamos está relacionado com ter ou não ter a ajuda de uma wedding planner. Provavelmente se estivessemos a viver em Portugal quando ficámos noivos, não teríamos contratado uma wedding planner. Mas sabendo o que sabemos hoje, gostaríamos de o ter feito mesmo que estivéssemos em Portugal. Temos vários amigos que nos falam dos meses antes dos seus casamentos como fases negras da relação, cheias de stress e discussões. No nosso caso, só nos lembramos de entusiasmo e excitamento com a perspectiva do grande ideia.

Queridos Joana e Carlos, foi de facto muito bom conhecer-vos e fazer parte de toda a organização do vosso grande dia. Acredito que foi o primeiro de muitos que vão viver seja em que parte do mundo for. Têm tudo para continuarem a ser felizes e não temos palavras pela forma como sempre nos foram tratando. São de certeza o orgulho das vossas famílias pelas excelentes pessoas que são. OBRIGADA! E temos muita vontade de fazer mais festas…quem sabe mini festas 😉

Beijinhos,

Ticas


Fotógrafos: Rui Válido e Sandro Arcanjo

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